Você que me lê, me ajuda a nascer.
domingo, maio 03, 2026
sexta-feira, maio 01, 2026
O lenço de cetim da mamãe, de Chimamanda Ngozi Adichie (ou Nwa Grace-Jones).
Gostei do livro, leria para uma turma de crianças, leria para mim. E li. Podes escrever para crianças, levas jeito e eu gosto, Nwa. Eu sinto um prazer imenso de poder ler todos os livros de uma pessoa e com essa moça não é diferente. Posso falar que li todos os livros dela (estou lendo o último, ops), posso falar do que gosto e do que não gosto de tudo que fez e essa sensação é gostosa demais. Eu gosto. Eu gosto. Obrigada por escrever.
Histórias da Preta, Heloísa Pires Lima.
Li esse livro faz tempo, muito tempo. Uns dez anos, talvez. Alguém poderia sugerir a troca dessa capa? Seria ótimo, para começar... sobre o conteúdo, que dizer? Ainda bem que hoje temos muitas opções de lietratura infanto-juvenul negro brasileira, sim? Isso faz com que possamos escolher bem e analisar livros que estão no mercado há muitos anos (e que seguem nele, a despeito dos problemas que apresentam).
Heloísa Pires Lima
sexta-feira, abril 24, 2026
terça-feira, abril 14, 2026
Entre, corra e pule: aventuras (nada) virtuais pela África, Lavínia Rocha.
Pensando bem, acho que foi com esse livro que comecei a ler livros considerados para adolescentes. Agora, vira e mexe eles aparecem por aqui e eu vou confessar que estou gostando muito do que estou lendo.
Esse livro tem uma série de coisas bacanas, mas se eu fosse escolher só uma, seria o fato de Artur, um dos protagonistas do livro, ser um menino que está no espectro autista. Isso me pegou demais. Foi muito ótimo ler um livro com crianças negras e que também trata sobre neurodiversidade. A história toda é muito legal - a ideia de falar de um jogo antigo de videogame e África de fato chamou minha atenção.
Vocês vão achar que é minha mentira, mas até comecei a apreçar um console de vídeo game.
Lavínia Rocha
domingo, abril 05, 2026
sexta-feira, abril 03, 2026
segunda-feira, março 23, 2026
sexta-feira, março 20, 2026
O céu para os bastardos, Lília Guerra.
Tanta história que quero ler, tanta vida que quero viver. A literatura me salva tanto das dores e me traz dores também. Me faz sentir a vida com força em todas as palavras que leio. Esse livro é um convite à vida, a olhar as coisas novamente, pensar com cuidado sobre o que a gente acredita e continuar, seguir. Obrigada Lilia Guerra por me presentear com todas as palavras que couberam aqui.
Se eu recomendo? Demais.
Lilia Guerra
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