Você que me lê, me ajuda a nascer.

domingo, julho 12, 2026

Livros.

Acabei de ler cinquenta livros infanto-juvenis e mais alguns romances por conta de um trabalho. Fiquei pensando que ser editora não seria nada mal. Eu poderia fazer isso com prazer: ler um livro para avaliar, opinar, essas coisas que imagino que uma editora faz.

Mas eu nunca tive acesso a essa profissão. Quando eu estudava, apesar de gostar muito de ler, eu nem imaginava como era para um livro chegar até mim, tudo que ele tinha de passar na vida... fico me perguntando quantas mais mil profissões existem e eu nem sei. Quantas delas eu também gostaria muito, como essa?

O que a gente não sabe, não existe, não é mesmo? E a internet não resolve tudo, porque você precisa saber que existe para procurar, pelo menos saber alguma coisa, uma coisiquinha de nada, como eu que aprendi sobre o brutalismo por causa do nome de um filme.

A vida, o mundo, seguem sendo coisas incríveis para mim. Eu preciso voltar a escrever sobre isso, sob pena de pensarem que minha gana de viver e alegria do mundo acabaram. Não. Tudo isso continua aqui, pulsando muito (ainda mais num domingo pela manhã, depois de preparar cartas e encomendas). 

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