Você que me lê, me ajuda a nascer.
quarta-feira, agosto 04, 2021
terça-feira, agosto 03, 2021
segunda-feira, agosto 02, 2021
Dinheiro.
Quando morei em São Paulo, fazia apostas comigo de quantos dias iria conseguir ficar sem gastar nem um real. Acho que o máximo de dias que eu consegui lá foram 3 dias seguidos. Ia para o trabalho a pé, voltava, almoçava em casa, dormia à tarde, acordava, ia nadar a pé, voltava, comia o que tinha em casa, estudava e ia dormir.
Três dias e eu me sentia ótima. Aqui eu posso levar muito mais tempo do que isso. Uma semana ou um pouco mais, talvez. E isso é a melhor sensação do mundo. Sem pegar nem pensar em dinheiro nem ver carro de polícia nem gente morando na rua.
Eu não quero saber de mais nada, nem pensar eu quero.
domingo, agosto 01, 2021
Ruas de Ará, Paulo Lobo.
Baghavad Gita: a mensagem do mestre, Viasa.
Acabei de ler o Baghavad Gita faz uma semana e meia. Eu vinha lendo faz tempo, devagar e sempre é o meu lema. Acho que todo mundo sabe que ele é um texto védico, um dos mais conhecidos e que são um pilar fundamental para compreender a prática de yoga, coisa que gosto faz tempo e falo aqui e em outros lugares.
De modo resumido, o livro é todo em versos e é um papo entre Arjuna, um guerreiro e o tal deus Krihsna, durante uma batalha. Krishna mesmo é quem dá a ideia à Arjuna de caçar uma yoga para fazer, porque esse caminho é muito massa para ajudar quem está vivendo na angústia e coisa e tal.
A yoga, em países ocidentalizados como o Brasil, se tornou um item de classe média e por isso eu não sou muito chegada a falar muito sobre ela, mesmo sabendo que ela não é nada disso em países orientais e sua prática não deveria estar restrita a um determinado grupo social. Sei pouco sobre a yoga KEMET e sei que preciso estudar (encontrando alguém que me dê aulas), mas por enquanto, há uns 10 anos, de maneira irregular, eu tenho tentado praticar yoga porque gosto, porque me sinto bem, porque qualquer coisa que me deixe presente eu quero logo e que já.
Pensem que eu, que muitas vezes só acredito no corpo, não posso não gostar de uma prática corporal enviada por um deus, né? Gente, isso é muito eu. Não acredito num deus que não dança e até posso vir a acreditar um dia por alguns minutos num deus que manda mexer o corpo para resolver os problemas. Aha.
Bem viver, eu nem sabia que o nome era esse para a vida que eu levo. Povo inventa é arte.
sábado, julho 31, 2021
sexta-feira, julho 30, 2021
Um outro Brooklyn, Jaqueline Woodson.
quinta-feira, julho 29, 2021
Racismo Estrutural, de Sílvio Almeida.




